
A onda ainda quebra na praia
Espumas se misturam com o vento
No dia em que ocê foi embora eu fiquei
Sentindo saudades do que não foi
Lembrando até do que eu não vivi pensando em nós dois...
Eu lembro a concha em seu ouvido
Trazendo o barulho do mar na areia
No dia em que ocê foi embora eu fiquei
Sozinho olhando o sol morrer por entre as ruínas de Santa Cruz
Lembrando nós dois...
Os edifícios abandonados
As estradas sem ninguém, óleo queimado, as vigas na areia, a lua nascendo
Por entre os fios do teu cabelo
Por entre os dedos da minha mão passaram certezas e dúvidas
Pois no dia em que ocê foi embora eu fiquei
Sozinho no mundo sem ter ninguém
O último homem no dia em que o sol morreu...
O Último pôr-do-sol - do cedê Olho de Peixe – Lenine e Suzano, 1993
Lenine e Lula Queiroga
Espumas se misturam com o vento
No dia em que ocê foi embora eu fiquei
Sentindo saudades do que não foi
Lembrando até do que eu não vivi pensando em nós dois...
Eu lembro a concha em seu ouvido
Trazendo o barulho do mar na areia
No dia em que ocê foi embora eu fiquei
Sozinho olhando o sol morrer por entre as ruínas de Santa Cruz
Lembrando nós dois...
Os edifícios abandonados
As estradas sem ninguém, óleo queimado, as vigas na areia, a lua nascendo
Por entre os fios do teu cabelo
Por entre os dedos da minha mão passaram certezas e dúvidas
Pois no dia em que ocê foi embora eu fiquei
Sozinho no mundo sem ter ninguém
O último homem no dia em que o sol morreu...
O Último pôr-do-sol - do cedê Olho de Peixe – Lenine e Suzano, 1993
Lenine e Lula Queiroga
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