
Quando em sorrisos se mostra
Rasgos de emoções a envolvem
Como lua vazia à espera de encher-se
Ele vem e preenche-lhe todos os espaços...
Tudo que existe nela está explícito
Ele do nada, por nada lhe desentranha:
O beijo, os segredos, o gozo e os desejos.
Num rasgo, num recorte, pára o tempo,
E contemplam-se...
E provocam-se...
Por uma janela do mundo
E criaram, recriaram o seu.
Vencidos, vencedores
Há algo de irreversível no ar
Há uma promessa nova no ar
Há desenho de futuro no ar
Há o tempo presente e basta
Bastam-se.
Naquele infinitesimal segundo
Uma paralisia n'alma
Plenos, profundos.
São dois e são uno
Não é primeira emoção
Não é a última
Mas sonham com o porvir
... Ele cita uma canção
“Escuto Chico, Construção”
Rasgos de emoções a envolvem
Como lua vazia à espera de encher-se
Ele vem e preenche-lhe todos os espaços...
Tudo que existe nela está explícito
Ele do nada, por nada lhe desentranha:
O beijo, os segredos, o gozo e os desejos.
Num rasgo, num recorte, pára o tempo,
E contemplam-se...
E provocam-se...
Por uma janela do mundo
E criaram, recriaram o seu.
Vencidos, vencedores
Há algo de irreversível no ar
Há uma promessa nova no ar
Há desenho de futuro no ar
Há o tempo presente e basta
Bastam-se.
Naquele infinitesimal segundo
Uma paralisia n'alma
Plenos, profundos.
São dois e são uno
Não é primeira emoção
Não é a última
Mas sonham com o porvir
... Ele cita uma canção
“Escuto Chico, Construção”
Acaso,
Coincidência?
Destino?
Não!
É aproximação.
... Caminhos percebidos desde o arco do sol.
Coincidência?
Destino?
Não!
É aproximação.
... Caminhos percebidos desde o arco do sol.
Fácil, muito fácil... Por nós, por tudo, ouço Construção. Um verbo que me acompanha até a eternidade...
“Amou daquela vez como se fosse a última... E atravessou a rua com seu passo tímido... Subiu a construção como se fosse máquina... Ergueu no patamar quatro paredes sólidas... Tijolo com tijolo num desenho mágico... Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago... Dançou e gargalhou como se ouvisse música... E tropeçou no céu como se fosse um bêbado... E flutuou no ar como se fosse um pássaro... Bebeu e soluçou como se fosse máquina... Dançou e gargalhou como se fosse o próximo... E tropeçou no céu como se ouvisse música...”
Preciso dizer mais?
Tudo que existe em vc está explícito..
ResponderExcluirÉ fácil saber de vc..
O que vc sente..
Eu sinto saudades..
Bjs..
"Como lua vazia à espera de encher-se Ele vem e preenche-lhe todos os espaços..." Sem comentários, de tão perfeito que é.
ResponderExcluirSenhorita, nem sempre sei o que dizer, mas gosto do que leio e sinto quando venho aqui.
ResponderExcluirNão precisa dizer mais..
ResponderExcluirMiss Boca, saudades de falar com vc, continuo visitando seu espaço poético, lindo como a dona. Beijos.
ResponderExcluirSurpreendido, como sempre.
ResponderExcluirSuspiro
ResponderExcluirSaudade, tanta saudade.
ResponderExcluirAqui até amar parece simples. Beijo.
ResponderExcluirParece o canto da sereia, dá vontade de se deixar enredar.
ResponderExcluirSenhora Chico, senhora de todos os meus cantos e encantos. Também canto, minha branca, e vc sabe o que. Mil beijos
ResponderExcluirVal, ando atrás de vc, ando com uma saudade danada. Não consigo me comunicar com vc, trnho boas novas pra contar, além do que desejo comentar sobre seus textos que estã muito bons, me escreve o e-mail ainda é o mesmo. Beijos e saudades, pras meninas também. A mãe tb tá reclamando da tua ausencia, e a Fe idem.
ResponderExcluirFui na sala atrás de ti, encontrei duas pessaso, annie que se prontificou a me ajudar e um tal de Anouk que se fechou feito concha, estranho né? D|ê notíeicas precisamos de vc. Saudades de ti e de todas aí.