
O que há para ser dito?
Acaso não vês a minha cara de boba
O fogo que me incendeia
O desejo que me paralisa
E a saciedade que teu sorriso me traz?
Nada há pra dizer mais
Acaso não vês a minha cara de boba?
O fogo que me consome
A perdição em que ficamos
E a saudade quando não estamos?
A tua entrega desavisada
Teu pensamento em nós
Meu riso
Tua voz
Nunca estamos sós
Até querermos
Sempre dentro de nós:
À mesa do restaurante,
Na estrada quando viajas,
No interstício do chuveiro
Na penumbra do quarto
E no vinho que nos embriaga...
Acaso não vês a minha cara de boba
O fogo que me incendeia
O desejo que me paralisa
E a saciedade que teu sorriso me traz?
Nada há pra dizer mais
Acaso não vês a minha cara de boba?
O fogo que me consome
A perdição em que ficamos
E a saudade quando não estamos?
A tua entrega desavisada
Teu pensamento em nós
Meu riso
Tua voz
Nunca estamos sós
Até querermos
Sempre dentro de nós:
À mesa do restaurante,
Na estrada quando viajas,
No interstício do chuveiro
Na penumbra do quarto
E no vinho que nos embriaga...
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