
Surges das curvas impuras do meu desejo
Move-me arrebata-me
Surto dentro do beijo teu
Emerges inundado da minha vontade
Rompendo o portal dos meus sonhos
Gravado no sulco da minha saudade
Da voraz necessidade de tê-lo saciado
Em repouso sereno dormindo no seio meu
Leva-me tão somente
A pensar nas vezes tantas dos tantos meses esperados
Que para sempre aqui ficasses
Trazido pelos ventos dessa verdade
Por quantas fomos invadidos
Por tantos quereres sussurros e pela volúpia devastados
E por mais uma e outra mais desaparecemos
Perdemo-nos na poeira de tantas lembranças
Pensávamos nunca (jamais) nos reencontrarmos
E nos mistérios insondáveis da bem-aventurança
Do céu altura fulguroso universo
Recomeçamos a nossa dança
Transcendência êxtase luxúria
Ofertas generosidade abundância
Lábios Bocas línguas
Corpos em plena fúria
Delírio
Quebramos em retumbante silêncio
Rompemos o frágil elo
E se transforma em limalha
Tudo que fugiu da rota um dia traçada
Das pequeninas águas que irromperam todas as calhas
Desse líquido estado de nós dois...
P.S.
Estou tomada por Take a look at me now – Phil Collins... Canto, como quem não quer lembrar que amanhã existe... Canto, como quem deseja se livrar da maior dor do mundo... Grito! Escorro o desejo em cada palavra dessa canção... Ao pensar que daqui a pouco amanhece e com o novo dia, parte da saudade vai embora...
“How can I just let you walk away, just let you leave without a traceWhen I stand here taking every breath with you, ooh.. You're the only one who really knew me at all... Take a good look at me now...'Cause I'll still be standing here... And you coming back to me is against all odds... That's the chance I've got to take…”
Move-me arrebata-me
Surto dentro do beijo teu
Emerges inundado da minha vontade
Rompendo o portal dos meus sonhos
Gravado no sulco da minha saudade
Da voraz necessidade de tê-lo saciado
Em repouso sereno dormindo no seio meu
Leva-me tão somente
A pensar nas vezes tantas dos tantos meses esperados
Que para sempre aqui ficasses
Trazido pelos ventos dessa verdade
Por quantas fomos invadidos
Por tantos quereres sussurros e pela volúpia devastados
E por mais uma e outra mais desaparecemos
Perdemo-nos na poeira de tantas lembranças
Pensávamos nunca (jamais) nos reencontrarmos
E nos mistérios insondáveis da bem-aventurança
Do céu altura fulguroso universo
Recomeçamos a nossa dança
Transcendência êxtase luxúria
Ofertas generosidade abundância
Lábios Bocas línguas
Corpos em plena fúria
Delírio
Quebramos em retumbante silêncio
Rompemos o frágil elo
E se transforma em limalha
Tudo que fugiu da rota um dia traçada
Das pequeninas águas que irromperam todas as calhas
Desse líquido estado de nós dois...
P.S.
Estou tomada por Take a look at me now – Phil Collins... Canto, como quem não quer lembrar que amanhã existe... Canto, como quem deseja se livrar da maior dor do mundo... Grito! Escorro o desejo em cada palavra dessa canção... Ao pensar que daqui a pouco amanhece e com o novo dia, parte da saudade vai embora...
“How can I just let you walk away, just let you leave without a traceWhen I stand here taking every breath with you, ooh.. You're the only one who really knew me at all... Take a good look at me now...'Cause I'll still be standing here... And you coming back to me is against all odds... That's the chance I've got to take…”
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