
Nada foi dito
Confusas cenas
Indefinidos lamentos
Concretos desejos
E entre nós
Minha vontade voraz
E o Beijo...
Intimidade
Que alarde
Num estéril realizar
Semente plantada
Em terreno arenoso
Inóspito
E não brotou
O fruto secou
Sequer germinou
Avançar o sinal
É multa na certa
Afinal o que é certo?
Sufocar sentimentos
Esquecer o momento
Ele apenas foi...
Restou-lhe computar a dor
E o mau uso da alegria espontânea
Que lhe invadiu o peito
Num final de Agosto
Suposto iniciar...
Confusas cenas
Indefinidos lamentos
Concretos desejos
E entre nós
Minha vontade voraz
E o Beijo...
Intimidade
Que alarde
Num estéril realizar
Semente plantada
Em terreno arenoso
Inóspito
E não brotou
O fruto secou
Sequer germinou
Avançar o sinal
É multa na certa
Afinal o que é certo?
Sufocar sentimentos
Esquecer o momento
Ele apenas foi...
Restou-lhe computar a dor
E o mau uso da alegria espontânea
Que lhe invadiu o peito
Num final de Agosto
Suposto iniciar...
P.S.
Essas palavras foram gestadas e paridas, logo após eu explodir num choro silencioso diante da escultura O Beijo, de Auguste Rodin, no Centro Cultural Dragão do Mar, em Fortaleza – CE. O ano? Acho que foi em 1999...
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Prazer tê-lo/a no Canto, obrigada pela delicadeza de dispor do seu tempo lendo-me. Seja bem-vindo/a!