
... E ele veio
Permanece ebanamente entranhado
Quando aperta a saudade
Vôo nas asas da poesia
E...
Estendo o braço a tocá-lo!
Permanece ebanamente entranhado
Quando aperta a saudade
Vôo nas asas da poesia
E...
Estendo o braço a tocá-lo!
Enquanto matava a saudade, e o cristalizava dentro de mim, uma canção se fazia presente: Angel Of The Morning [C. Taylor], docemente cantada pela Nina Simone, e todo o sentimento mais uma vez [e sempre] redivivo...
“There'll be no strings to bind you hands… Not if my love can bind your heart…And theres no need to take a stand… For it was i who chose to start…I see no reason to take me home… I'm old enough to face the dawn…Just call me angel of the morning (angel)... Just touch my cheek before you leave me (baby)...”
Todo mundo vem, todo mundo viria, V. se vc deixasse. Um beijo.
ResponderExcluirE voamos com seus poemas. Beijos.
ResponderExcluirNós também voamos nas asas da poesia, quando entramos aqui no blog, no seu, no nosso, rsrsr. Sonhamos, Val, aqui nós sonhamos, obrigada por nos dar esses sonhos de presente. Beijos, querida.
ResponderExcluirEi? Porque a demora em escrever novamente?Está sem inspiração? Continuamos sedentos de suas palavras. Bjs
ResponderExcluirAmor, paixão, não vivemos sem essas ilusões, não? Beijos.
ResponderExcluirPra sempre são as lembranças. Bj.
ResponderExcluircomo, logo eu blogueira ssumida, fiquei longe daqui até hoje?
ResponderExcluirSerá que merece? Beijos, Valzinha.
ResponderExcluirE ela foi, ou melhor, se foi.
ResponderExcluirVoltei a ficar impressionado!
ResponderExcluir...
ResponderExcluirVem pra Minas então sá... vem matar a saudade... nem a Valda vive só de poesia, o que dirá você...hehehe
ResponderExcluirDe saudade eu entendo. Beijos, branquinha..
ResponderExcluirVoar nas asas da poesia, isso ficou a sua cara. Bjs.
ResponderExcluirFinalmente acabou com o nosso jejum. Quem "veio", Boca?
ResponderExcluir