
Um dia que poderia ser simples
Acordar com o barulho do telefone tocando
Responder
Sentir as mensagens
Laços que se firmariam
Braços que acolheriam
Mãos se tocariam
Explosões inevitáveis
Na pele se dariam
Em ondas ficariam
Mas onde está agora
A intensidade que os envolvia(m)
O sentimento que nutriam
Rebentação na memória
Em que grotão perdeu-se
O despertar entre os loiros fios de cabelos
Corpos nus entrelaçados
Tocar a maciez da pele
Lençóis espalhados ao chão
O dia azul lá fora
E o mundo em gozo cá dentro
Entremeados em si
Alojados
Por que vêm agora
Tantas lembranças num repente
Quando triste está um mundo
E tudo agora é tão longe...?
O terreno por mais que se conheça
Tem sempre um desconhecido
À revelia da nossa vontade
Melhor cedo que jamais...
Por assim o ser: ceder, ceder, ceder...
E deixar o amor morrer.
Acordar com o barulho do telefone tocando
Responder
Sentir as mensagens
Laços que se firmariam
Braços que acolheriam
Mãos se tocariam
Explosões inevitáveis
Na pele se dariam
Em ondas ficariam
Mas onde está agora
A intensidade que os envolvia(m)
O sentimento que nutriam
Rebentação na memória
Em que grotão perdeu-se
O despertar entre os loiros fios de cabelos
Corpos nus entrelaçados
Tocar a maciez da pele
Lençóis espalhados ao chão
O dia azul lá fora
E o mundo em gozo cá dentro
Entremeados em si
Alojados
Por que vêm agora
Tantas lembranças num repente
Quando triste está um mundo
E tudo agora é tão longe...?
O terreno por mais que se conheça
Tem sempre um desconhecido
À revelia da nossa vontade
Melhor cedo que jamais...
Por assim o ser: ceder, ceder, ceder...
E deixar o amor morrer.
Rabiscando essas linhas ao som de Maybe Tomorrow – Stereophonics... O pensamento vagando por aí, até cansar... Domir... Amanhã talvez seja outro dia?
“I've been down and I'm wondering why… These little black clouds keep walking around with me, with me… Waste time and I'd rather be high… Think I'll walk me outside and buy a rainbow smile but be free, be all free… So maybe tomorrow… I'll find my way home… So maybe tomorrow… I'll find my way home…”
Trazendo os comentários do blog antigo.
ResponderExcluirPoucos tem esse prvilégio, mas quem sabe não aprenderemos um dia? Beijos.
ResponderExcluir"Rabiscando", e deixando sua marca no coração da gente. Te adoro, Val. Bjs.
ResponderExcluirMundo confuso não? As pessoas andam assim, perdidas. Eu gosto muito de me encontrar aqui no seu blog. Beijos.
ResponderExcluirHmmmmmm quero despertar assim também. Beijos!!
ResponderExcluirVim passear e ver as belezas do seu blog. Beijos.
ResponderExcluirEntremeados, alojados, um só desejo, uma só vontade, Boca...!
ResponderExcluirVal, Val, como é que não pensei nisso antes? Embora sinta um quê de tristeza e dúvidas, adorei essa possibilidade "acordar entre os loiros fios de cabelos". Vou experimentar, vou pedir ao Marcão pra acordar entre os meus fios de cabelos. Tá bom isso hein? Beijinhos, queridona.
ResponderExcluirSurpreendendo-me com mais uma bela forma de despertar.
ResponderExcluirMelhor cedo que jamais... às vezes, nega, só às vezes. Deixar o amor morrer: prerrogativa masculina abundantemente usada. Tsc.
ResponderExcluirJá tive tantos dias simples.. Saudades.. Mil beijos..
ResponderExcluirAlegria e gozo é poder ler você, querida Val. Carinhosos beijos.
ResponderExcluirhummmmmm... vou pensar num despertar à negras madeixas...rs De qq forma, é sempre bom ler o q vc escreve... sempre mesmo!!!
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