"talvez o eu
não seja mais do que a própria janela
através da qual o mundo contempla o mundo"
Italo Calvino em Palomar. p. 102
¿Qué era lo que mi pequeño corazón soñaba entonce ¿De qué flor hubiera querido brotar, de qué nube salir volando como un pájaro? Dulce María...
Mais vale tarde do que nunca saber qual é o caminho...
ResponderExcluirGostei do poema, pequenino, mas cheio de talento.
Bom resto de semana.
Beijo.
Penso que saber o caminho é bem mais fácil para onde se quer ir...
ExcluirObrigada, beijo.
:)
Querida amiga
ResponderExcluirUm poema de muita ternura. Lindíssimo percorrer esse caminho
e chegar a essa janela que oferece o encantamento da descoberta.
Beijinhos
Olinda
A ternura talvez seja uma importante expansão do olhar... Amplia os caminhos e nos fortalece para percorrê-los.
ExcluirBeijinhos, querida Olinda.
:)
Portas, janelas, eternos canais de comunicação. Mas os melhores são os olhos e as mãos...
ResponderExcluir(...quiçá também o coração?)
ExcluirObrigada, pela visita.
:)
a última dose é sempre a mais inebriante
ResponderExcluirbem se sabe...
cumprimentos
Ou talvez...Fatal?
Excluir:)
Portas abertas janelas escancaradas
ResponderExcluirE um mundo exposto, disposto...
Excluir:)
as janelas
ResponderExcluirconvite para viver a vida em pleno
beijinhos
:)
Que aceitemos os bons convites que as janelas nos mostram...
ExcluirBeijinhos!
:)
As ninhas janelas dão prá rua...
ResponderExcluirSaudações minhas!
Imagino as belas paisagens....
ExcluirSaudações!
:)